Boécio leitor de Aristóteles: uma ética eudaimonista

Cleber Duarte Coelho

Resumo


RESUMO             Este artigo pretende investigar a noção de felicidade no De Consolatione Philosophiae de Boécio.  Num primeiro momento, demonstramos a partir da presente obra o que a felicidade não é. Ao se dar conta de onde a felicidade não está, Boécio então é levado ao reconhecimento da autêntica felicidade, isenta de males e perturbações: completa. Também estabelecemos um paralelo comparativo com o livro I da Ética a Nicômacos de Aristóteles, uma vez que Boécio demonstra-se aristotélico em sua argumentação sobre a felicidade, seguindo o paradigma estagirita de uma ética eudaimonista.     

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